Dores de Cabeça, desânimo, frustração, irritação no trabalho,… será a Síndrome de Burnout?

por Meiry Kamia

Queridos leitores, quem nunca se sentiu desanimado, frustrado, desmotivado no trabalho? pois é, até certo ponto, tudo isso é normal e faz parte do nosso desenvolvimento. Entretanto, os mesmos estados, em demasia, podem apontar para uma doença que, a meu ver, vem se tornando cada vez mais comum no mundo corporativo, a Síndrome de Burnout, muitas vezes causadas pelo excesso de trabalho, de cobrança interna, falta de tempo para recuperação física e psicológica e reflexão.

A base da motivação para o trabalho está na clareza dos objetivos do trabalho que estabelecemos para nós mesmos de forma consciente ou inconsciente (falarei sobre isso em outro artigo). Quando os problemas, a frustração, o cansaço, etc., se tornam maiores que nossos objetivos, perdemos o sentido do nosso trabalho, ou o “para quê” trabalhamos. Esse distanciamento entre o trabalho e o sentido do mesmo nos leva à desmotivação.

Muitas pessoas sofrem da síndrome, mas poucas têm conhecimento disso. Acho importante conhecer um pouco mais sobre a doença a fim de realizar um trabalho preventivo ou, para quem já está diagnosticado, conseguir sair dela.

Preste atenção se você tem tido fortes dores de cabeça, cansaço, tonturas, oscilações de humor, dores musculares, dificuldade de concentração, distúrbios do sono, problemas digestivos, entre outro, pois estes são apenas alguns sintomas da Síndrome de Bunout – a síndrome do Esgotamento Profissional ou Estresse Profissional – diagnosticada pela primeira vez pelo psicanalista nova-iorquino, Freudenberger, na década de 70.

A necessidade de se provar através do trabalho leva muitas pessoas a desenvolverem a síndrome. E, o que começa de forma prazerosa, termina em frustração e baixa auto-estima quando o reconhecimento esperado não acontece. Outra causa para a síndrome é o esforço excessivo no trabalho, sem intervalos suficientes para a recuperação.

Profissionais da área da saúde são propensos a desenvolver a síndrome, principalmente aqueles que sofrem, com freqüência, interações intensas ou emocionalmente carregadas. Estudos atuais apontam os professores da rede pública como o grupo que mais tem chances de desenvolver a doença.

A Síndrome se inicia com um sentimento de exaustão física e emocional, que aos poucos, vai aumentando, na mesma medida que a vontade de trabalhar vai diminuindo gradativamente. Junto a isso, fatores motivacionais como a alegria, o entusiasmo, o prazer, a satisfação no trabalho, a energia, os sonhos, a vontade, as idéias, a capacidade de concentração, a autoconfiança e o humor, também vão desaparecendo.

Fazer uma pausa na vida, vez ou outra, é importantíssimo para a manutenção da nossa auto-estima e motivação para a vida e para o trabalho. Realizo trabalhos com esse enfoque em nosso treinamento vivencial. Trata-se de uma experiência única, em que o participante pode redefinir objetivos em diversas áreas de sua vida, re-significando experiências, eliminando bloqueios psicológicos, traumas, e aprendendo, por meio de técnicas que potencializam seu poder energético pessoal, a alcançar desafios antes inimagináveis.

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1 comentário

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