COMO LIDAR COM MUDANÇAS

Mudança

por Meiry Kamia

Mudança é a palavra do dia, com ela vem adaptação, versatilidade, multifuncionalidade, proatividade, entre outras. Mas falar é fácil, difícil é conseguir realmente lidar com as mudanças de forma positiva.

Mudanças sempre causam desconforto porque gera insegurança, sentimento movido pela emoção do MEDO. Ansiedade é o medo do futuro, entretanto as reações corporais ocorrem no momento presente. Só de pensar no que pode vir acontecer, já é possível sentir o coração bater forte, a boca seca, o suor aumenta, o corpo fica agitado, o olho esbugalhado, e uma vontade imensa de sair correndo.

Simplesmente não gostamos das mudanças porque além de nos causar esse terrível mal estar físico ainda faz com que tenhamos que aprender coisas novas, e nós somos seres que adoramos hábitos. A rotina nos traz uma falsa sensação de segurança, a crença é: se executar as tarefas todos os dias da mesma forma, isso trará a sensação de que o resto estará bem, chegaremos em casa seguros e garantimos mais um dia de vida! Mas é uma crença falsa que nos aprisiona e não permite aprender e crescer. Veja aqui dicas de como lidar com as mudanças de forma positiva:

  • Aceite que a mudança é necessária: faça o seu lado racional trabalhar. Encare de frente o desafio. Enquanto lutar contra a realidade sua energia será desviada da produtividade, e reclamar não muda a realidade. Crie uma atitude positiva perante as mudanças.
  • Crie sentido para a mudança: “o que eu ganho com essa mudança?” você terá que encontrar uma resposta para essa pergunta, caso contrário, perderá a motivação. Às vezes a mudança traz situações desagradáveis como demissões, fechamento de plantas, redução de custos, etc. Mas para toda perda tem um ganho que nem sempre é material. Pode-se ganhar em desenvolvimento de virtudes humanas como paciência, tolerância, esforço, foco, automotivação, iniciativa, etc.
  • Conheça seus medos: mudanças trazem a sensação do medo. Você tem medo de quê? Aproveite a situação para refletir sobre isso quando estiver em casa. Normalmente os medos vêm de crenças negativas e situações passadas que não fazem mais sentido.
  • Envolva-se no processo, foque no resultado: é importante mostrar postura ativa, perguntando, comunicando, oferecendo ajuda. Postura negativa é ficar parado esperando alguém dar ordens ou esperando o pior acontecer. Nessa postura você não ajuda, ao contrário, atrapalha. Mantenha a mente focada no resultado do trabalho e não nos problemas.
  • Aprenda a desapegar: nos apegamos a objetos, roupas, pessoas, etc, mas também nos apegamos a ideias e modos de fazer as coisas. Mudar também significa desapegar. Deixe o velho ir para que o novo chegue!

Meiry Kamia é Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas, Consultora Organizacional e Docente em MBA de Gestão de Pessoas. Também é ilusionista, premiada como melhor mágica feminina da América Latina, pela Federação Latino-Americana de Sociedades Mágicas. Desenvolve palestras motivacionais e treinamentos diferenciados, aliando Arte Mágica, Teatro e Psicologia.

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ASSESSORIA DE IMPRENSA DA MEIRY KAMIA
Versátil Comunicação Estratégica (www.versatilcomunicacao.com.br)
Sandra Takata (sandra@versatilcomunicacao.com.br) – Tel. (11) 2832-5507

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“RECLAMÕES” NO TRABALHO

reclamao

*por Meiry Kamia

Desabafar, falar sobre algum problema e até mesmo reclamar de alguma situação é normal. Entretanto, reclamar demais pode ser um problema não só para a pessoa que reclama como para quem convive com ela. O limite entre a crítica ocasional ou desabafo e a insatisfação crônica é a frequência com que isso acontece. Reclamar diversas vezes ao dia, todos os dias, é sinal de que algo não vai bem.

Algumas pessoas reclamam de tudo simplesmente porque acostumaram a fazer isso – não pensam, apenas fazem. Há também pessoas que lamentam e reclamam por não terem esperança na vida. Dependendo do grau em que a negatividade tomar conta da vida do indivíduo, isso pode ser um indicativo de um problema mais sério, por exemplo, o início de depressão, mas apenas um especialista poderia dar o diagnóstico correto.

O que está por detrás do comportamento do “reclamão” é a postura de vítima. É muito mais fácil colocar a culpa nos outros do que assumir a responsabilidade pela condução da própria vida. Se as coisas não andam bem é porque o governo é ruim, porque a família não ajuda, etc, é como se tudo e todos estivessem contra ele, até mesmo o tempo! Se faz sol, reclama porque sente calor, e porque faz calor não consegue produzir bem. Então, a culpa por sua baixa produtividade é do sol, e não dele. Por se colocar na postura de vítima, o “reclamão” não consegue ter forças para resolver problemas. Não se sente capaz. Então, a única coisa que lhe sobra é reclamar. É uma espécie de muleta psicológica, mas que não leva a lugar algum, apenas aumenta a sensação de frustração.

 No ambiente de trabalho, o “reclamão” funciona como uma “laranja podre”, podendo contaminar o estado de espírito das pessoas ao redor. Tudo fica mais difícil porque o “reclamão” só consegue enxergar os problemas e não consegue contribuir para solucioná-los.

Entretanto, dificilmente o “reclamão” percebe que reclama demais, isso significa que você mesmo pode ser o tal “reclamão” sem saber! Se, por acaso você já recebeu feedbacks de colegas, do tipo: “você só reclama”, “nossa, você nunca está satisfeito!”, “você é exigente demais!”, etc., saiba que pode mudar! Veja as dicas:

  • Mantenha postura aberta para feedbacks: é comum as pessoas reagirem mal a feedbacks, principalmente quando o comentário não agrada. Ao receber um feedback não responda, não tente justificar, apenas ouça, e depois reflita. Perceba se outras pessoas já falaram algo parecido.
  • Pratique auto-observação: observe seu próprio comportamento e o que você fala durante todo o dia: “que tipo de assunto você fala com seus colegas?”, “você se sente feliz ou desanimado a maior parte do tempo?”, “Tem o hábito de falar mal das pessoas e/ou da empresa?”, “você se considera uma pessoa exigente?”.
  • Invista no autoconhecimento: a única forma de sair do ciclo vicioso do “reclamão” é reconhecendo e assumindo que o problema existe em você. Se você negar sua existência não há como mudar. Com humildade, reconheça que precisa aprender uma nova forma de ser. Faça isso por amor a você e pelos outros.
  • Mude a forma de ver o mundo: ao invés de começar o dia reclamando, comece agradecendo. Escreva uma lista de dez coisas que você tem e gosta em sua vida. Pode ser seu carro, sua casa, seus livros, CDs, DVDs, pode ser pessoas também, etc. Ande com essa lista e agradeça diversas vezes ao dia as coisas que você tem em sua vida e que te fazem feliz. Você começará a mudar seu estado de espírito e isso ajudará a enxergar coisas positivas.
  • Desenvolva a aceitação: o “reclamão” por ser exigente demais só aceita a perfeição. Mas nada, nem ninguém são perfeito. Para ter paz é preciso aceitar e valorizar os aspectos positivos das pessoas e não os negativos. Rebaixe seu crítico interno, não cobre tanto dos outros e de si mesmo. Não há como viver em harmonia externa quando o lado interno vive em guerra.

MEIRY KAMIA é Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas, Consultora Organizacional e Docente em MBA de Gestão de Pessoas. Também é ilusionista, premiada como melhor mágica feminina da América Latina, pela Federação Latino-Americana de Sociedades Mágicas. Desenvolve palestras motivacionais e treinamentos diferenciados, aliando Arte Mágica, Teatro e Psicologia.

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VEJA TAMBÉM

APRENDA A DIFERENCIAR: PRIORIDADE X URGÊNCIA

Overworked Businessman

por Meiry Kamia

Na correria do dia a dia é muito comum nos comportarmos como verdadeiros bombeiros “apagando incêndios”. Tudo se torna urgente, tudo é para “ontem”! Chega o ponto em que a produtividade cai e não entendemos por que, uma vez que estamos trabalhando no limite!

Saber diferenciar o que é prioritário e o que é urgente pode ser a chave para manter a produtividade em alta. Nem sempre o que é urgente é importante. E ao criarmos o hábito de simplesmente “apagar incêndios”, perdemos a capacidade de refletir se aquilo que estamos fazendo realmente será importante para o resultado final.

Urgente, mas não prioritário, seria, por exemplo, retirar caixas empilhadas que estão bem na frente da porta atrapalhando a passagem. É urgente porque está atrapalhando, mas não é prioritário porque retirá-las não irá impactar diretamente no resultado do seu trabalho.

Por outro lado, há tarefas como, por exemplo, enviar um relatório para o cliente até o final do expediente, que é considerada urgente e importante.

Para saber se as tarefas são realmente urgentes e prioritárias, você deve levar em consideração três critérios:

  • Prazo de entrega: se o tempo para execução da tarefa é curto, então ela se torna urgente.
  • Resultado: pondere o quanto a tarefa irá impactar no resultado final.
  • Equação de Pareto: o Princípio de Pareto que diz que 20% do que realizamos traz 80% de resultado. E 80% das atividades trazem apenas 20% do resultado. Essa equação pode ser aplicada em diversas situações, por exemplo: (80% das vendas são ganhas, frequentemente, com 20% dos produtos da empresa; 80% das licenças médicas são concedidas a 20% dos funcionários de uma empresa; 80% do total de tempo dos telespectadores é gasto assistindo a 20% dos programas mais populares; 80% de toda a riqueza estava nas mãos de no máximo 20% da população; etc). Aplique essa equação em suas atividades e veja quais são as atividades que trazem o maior resultado para definir as tarefas prioritárias.

MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas, Consultora Organizacional e Docente em MBA de Gestão de Pessoas. Também é ilusionista, premiada como melhor mágica feminina da América Latina, pela Federação Latino-Americana de Sociedades Mágicas. Desenvolve palestras motivacionais e treinamentos diferenciados, aliando Arte Mágica, Teatro e Psicologia. Site: http://www.meirykamia.com; contatos: 11-2359-6553; contato@meirykamia.com

ASSESSORIA DE IMPRENSA DA MEIRY KAMIA – Versátil Comunicação Estratégica (www.versatilcomunicacao.com.br)- Tel. (11) 2832-5507 Sandra Takata

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LIBERTE-SE DA TIMIDEZ

timidez

*por Meiry Kamia

Habilidades como ser sociável, comunicativo, apresentar projetos, estão sendo cada vez mais valorizadas nas empresas. E, a timidez pode atrapalhar, e muito, o seu desempenho no trabalho ou até mesmo “empacar” seu sucesso profissional, além disso, pode ser um grande empecilho para as conquistas amorosas e relacionamentos sociais. Se você se considera tímido demais, seguem seis dicas para se libertar desse aprisionamento psicológico:

  1. ASSUMA QUE VOCÊ QUER: mudar comportamentos não é algo fácil de fazer, requer disciplina, força de vontade e muito foco. É comum, em meio a processos de mudança de comportamentos, que a vontade de desistir apareça, mas é preciso que a força de vontade vença sempre. Para isso, faça um acordo com você mesmo. Prometa que deseja mudar. A cada pensamento de desistência, lembre-se do que deseja deixar para trás (a timidez), e o que deseja alcançar: a liberdade de expressão, a espontaneidade. Assim manterá força motivacional para continuar a seguir em frente.
  2. REBAIXE O CRÍTICO INTERNO: pessoas tímidas normalmente são muito rígidas consigo mesmas. Não se permitem errar e, quando erram tendem a punir a si mesmas (“como sou burra”; “que idiota eu fui!” etc). Seu crítico interno é muito severo. Pessoas tímidas só se aceitam se forem perfeitas, mas ninguém é, aceite que é um ser humano como todos os outros, e que pode errar. Tire o poder do “crítico interno”. Toda vez que achar que errou, ou que falou algo indevido, ou passou algum vexame, seja compreensivo. Desenvolva a humildade. Assuma que fez o melhor que pôde, e que na próxima vez, irá melhorar. Trate-se como trataria uma criança, dê força a si mesma, diga a si mesma que irá conseguir que está ótima etc.
  3. VALORIZE SEUS PONTOS POSITIVOS: pessoas tímidas conhecem bem seus pontos negativos e raramente conhecem os pontos positivos. Faça uma lista de dez coisas que você faz bem e faça delas seus diferenciais. Saber que carrega em si coisas positivas aumenta a autoconfiança e autoestima. Conheça também os assuntos de que gosta, leia sobre eles, veja filmes, isso lhe ajudará a puxar e manter conversas em eventos sociais ou encontro com amigos.
  4. CUIDE DA AUTOIMAGEM: arrume-se! Penteie os cabelos, apare as unhas, cuide das roupas, aprenda a gostar de cuidar de si mesma. Além disso, uma boa imagem ajuda a manter a autoconfiança.
  5. ENFRENTE: aproveite cada chance que a vida lhe oferece para se testar: aceite convites para festas, happy hours, cumprimente pessoas desconhecidas mesmo que com um simples sorriso e aceno de cabeça, se alguém puxou conversa e procure mantê-la. Timidez se vence com esforço.
  6. SEJA PERSISTENTE: encontros sociais causam muita ansiedade nos tímidos e a vontade é sempre de “sair correndo” e se esconder. Quando isso acontecer, mantenha a calma. Quanto mais enfrentar o medo, mais fraco o medo se tornará. Para mudar efetivamente um comportamento, ele deve ser transformado em hábito. Isso significa que ele deve ser repetido diariamente, de forma consciente, por pelo menos trinta dias. Após esse período, você verá que os desafios se tornarão mais fáceis de transpor porque você já terá se habituado a eles.

MEIRY KAMIA é Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas, Consultora Organizacional e Docente em MBA de Gestão de Pessoas. Também é ilusionista, premiada como melhor mágica feminina da América Latina, pela Federação Latino-Americana de Sociedades Mágicas. Desenvolve palestras motivacionais e treinamentos diferenciados, aliando Arte Mágica, Teatro e Psicologia.

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Será que estou fazendo as escolhas erradas ou a minha idade já esta pesando?

Homem_CabeloBranco

Prezada Meiry,

Tenho 42 anos trabalhei durante 11 anos em uma empresa, comecei com manobrista e cheguei até o cargo de Assistente Administrativo, depois sai e trabalhei durante um ano e meio em uma agência de viagens (fiz muitos fantur , é como é chamada as viagens técnicas e até o exterior fui), agora tive quer sair da agência por contenção de despesas( o meu salário era considerado alto).

Mesmo assim estou tendo muitas dificuldades em encontrar um outro emprego.

Sou graduado em Administração de Empresa e Pós-graduado em Gestão de Pessoas.

Será que estou fazendo as escolhas erradas ou a minha idade já esta pesando?

No momento estou me dedicando a estudar para concurso público.

André Luiz

Oi André! Você não está fazendo nada errado, e também não acredito que a demora seja por conta da idade. Às vezes, temos a infelicidade de pegar um mercado não tão aquecido como gostaríamos.

O ideal, na troca de emprego, seria tentar fazer o “casadinho”, sair da empresa anterior já tendo algo em vista. Mas sabemos que isso nem sempre é possível. Quando isso acontece, a maioria das pessoas limita-se a fazer o trivial que é disparar os currículos e esperar.

Para muitas pessoas além da questão financeira, ficar desempregado é motivo de vergonha. Então, passam a se isolar em casa e evitam reuniões sociais justamente por estarem desempregados com a desculpa de que não podem gastar dinheiro.

Entretanto, limitar-se apenas a disparar currículos é também limitar as chances de encontrar emprego mais rápido. A rede social, que é formada pelas pessoas que você conhece como familiares, amigos, ex-colegas de trabalho, amigos de amigos, etc., pode ser uma grande aliada na busca do novo emprego. Sugiro que agite sua rede social. Comente com as pessoas, pergunte se elas conhecem alguém na sua área que possa ajuda-lo. Não perca oportunidades! Se você não se comunicar ninguém saberá sua necessidade e ninguém baterá à sua porta oferecendo emprego. A busca do novo emprego deve ser ativa por parte do trabalhador.

Boa sorte!

Meiry

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Devo colocar no meu Currículo a área que não tem nada a ver com a empresa ?

Resume near laptop

Bom dia a todos !! Gostaria de fazer uma pergunta p/ Meiry. Sou formada em um curso superior e outro técnico em áreas diferentes. Devo colocar no meu Currículo a área que não tem nada a ver com a empresa ? Agradecida.

Prezada Rosangela,

Você deve colocar apenas as informações que irão ajudá-la a conquistar a vaga. Por exemplo, se você pretende a vaga de “Analista Financeiro”, não adianta colocar cursos como Photoshop, Corel Draw, etc, porque eles não agregarão absolutamente nada ao seu currículo. Crie 1 currículo para cada objetivo.

Também não é adequado você enviar para a empresa um currículo cujo cargo não existe.

Para maiores informações a respeito de como elaborar um bom currículo, acesse os seguintes links no meu site:

Boa sorte!

Meiry Kamia

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Olá, tenho 25 anos, sou formada em administração, tenho uma inscrição trancada em psicologia e trabalho na área de mkt há 5 anos. No entanto não me sinto tão realizada profissionalmente. Depois de algumas pesquisas vi que tenho grande afinidade com a área de RH e gostaria de iniciar minha carreira nesse segmento, mas não sei por onde começar. Vi que é importante ressaltar no meu objetivo profissional o meu interesse em tal mudança, mas tenho receio de que os recrutadores me achem um pouco confusa e não tenham nem interesse em me chamar para uma entrevista.

— Penélope

Resposta: Querida Penelope, nunca é tarde para alcançar seus sonhos. Se você percebeu sua verdadeira vocação, não tenha medo de mudar porque as oportunidades surgirão. Mas é preciso que você também se esforce e se ajude. Não se preocupe com o currículo, coloque o objetivo que deseja na área de Recursos Humanos e enfatize as funções e habilidades que podem ser aproveitadas na área de RH. Na entrevista de emprego você poderá explicar suas motivações e afinidades para a nova área. Vá sem medo e boa sorte!

Meiry Kamia

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