VOCÊ É AUTOCONFIANTE NO TRABALHO?

Autoconfianca

Entenda quando a falta de autoconfiança pode prejudicar seu sucesso profissional

por Meiry Kamia

www.meirykamia.com

Você sente a boca secar, o corpo tremer, o coração disparar, etc, toda vez que precisa falar com o chefe, fazer uma apresentação em público, tomar uma decisão importante no trabalho? Ou então, é perfeccionista demais, sempre se sente culpado quando algo dá errado, é bonzinho demais, busca sempre o reconhecimento dos outros? Saiba que esses são alguns sinais de que sua autoconfiança pode estar em baixa.

Autoconfiança é o sentimento de segurança em suas próprias capacidades, ela é importante para o sucesso profissional porque é base para comportamentos de iniciativa, proatividade, inovação, condução de processos de mudança, etc.

A falta de autoconfiança pode ser manifestada pelas relações de dependência (tanto com parceiros como com relação à colegas de trabalho e chefia), falta de iniciativa, perfeccionismo (porque o medo de errar é imenso, então checa-se várias vezes o mesmo trabalho para certificar-se de que nada está errado), medo de assumir responsabilidades, medo de decepcionar o outro, medo de mudanças, necessidade de reconhecimento e atenção alheia. A falta de autoconfiança traz sentimentos de impotência, insegurança, dúvidas com relação ao seu próprio valor.

Por outro lado, autoconfiança demais também pode ser negativa. Na verdade pessoas que demonstram autoconfiança em excesso escondem uma baixa autoestima. Usam a máscara da arrogância para esconder a parte frágil da personalidade.

Tanto a falta como o excesso de autoconfiança são causados pela falta de autoconhecimento. Por conhecerem muito pouco de si mesmos, sentem-se inseguros. A referência de ambos os casos são referências externas.

A autoconfiança é um dos pilares da auto-estima. A lógica é: se confiamos pouco em nós mesmos, então temos menos auto-respeito, portanto, gostamos menos de nós. A auto-estima é formada na infância. Algumas crianças entendem que, para serem amadas precisam ser boazinhas o tempo todo, fazer as vontades das outras pessoas (pais, professores, amigos, etc), e deixam de exercitar suas próprias vontades e capacidades.
Assim, elas se tornam especialistas nas necessidades e potencialidades dos outros, e se esquecem de conhecerem suas próprias necessidades e habilidades.

Mas a parte positiva de tudo isso é que autoconfiança tem solução. Abaixo, seguem algumas dicas para você aumentar a sua autoconfiança, e consequentemente, sua autoestima:

  • Aprofunde o autoconhecimento: conhecer suas potencialidades e fragilidades é imprescindível para desenvolver a autoestima. Se você não souber do que tem medo e quais as armas internas que você tem para utilizar a seu favor, dificilmente conseguirá sair do ciclo vicioso da insegurança e autosabotagem. Esse é um caminho interno, é algo que só você pode fazer por você. A psicoterapia é indicada porque o ajuda a enxergar pontos que você não consegue ver no momento, além de abrir para novas possibilidades.
  • Valorize seus pontos fortes: pessoas com baixa autoestima costumam enxergar apenas suas fragilidades, o que só alimenta o ciclo da baixa autoestima. Reconhecer o que você tem e faz de bom é imprescindível para aumentar o amor próprio, o autorespeito e a autoconfiança.
  • Exercite a gratidão: gratidão é base do sentimento de felicidade. Quem não consegue ser grato, jamais conseguirá ser feliz. Pessoas com baixa autoconfiança costumam se queixar do que não possuem, mas não reconhecem e não agradecem pelo que são e pelo que têm. Um exercício simples e prático para desenvolver esse precioso sentimento é listar em um papel pelo menos 10 pontos positivos de si mesmo, podem ser habilidades, qualidades, etc. Se quiser, também pode incluir na lista coisas/objetos que você possui e gosta (ex.: casa, carro, livros, etc). Todos os dias de manhã, você deve pegar sua lista e item por item, visualizá-lo e agradecer com todo o coração, o fato de você ter tal habilidade ou objeto que te faz feliz.
  • Cuide do visual: a autoconfiança começa na imagem. Sinta-se seguro no visual. Arrume o cabelo, trabalhe uma maquiagem leve, vista-se adequadamente. Comece a gostar da imagem que você vê no espelho.
  • Execute pequenas metas: não dá para confiar em quem diz uma coisa e faz outra. Você também se enquadra nessa afirmação. Procure estabelecer pequenas metas, simples e práticas e execute-as. Não deixe para depois. Vença sua preguiça e medo todos os dias. Por exemplo, você pode estipular que lavará a louça de casa assim que terminar o jantar. Não deixará para depois. Ou, no trabalho, você poderá desafiar-se a ser mais participativo nas reuniões. Se você se vencer todos os dias, nada irá te vencer. A coerência entre o que você diz e faz, ajuda a aumentar a confiança em si mesmo.
  • Exercite a iniciativa: aproveite oportunidades para exercitar a iniciativa no trabalho. Ofereça ajuda, pergunte, interesse-se em aprender mais. Você se surpreenderá em como rapidamente perderá a timidez diante das coisas que é capaz de realizar.

*Meiry Kamia é palestrante, psicóloga, mestre em Administração de Empresas, consultora organizacional. Diretora da Meiry Kamia – Consultoria, Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas (www.meirykamia.com).

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PROBLEMAS QUE NÃO DEVEM SER LEVADOS À CHEFIA

ProblemasChefia

Meiry Kamia

Solucionar problemas faz parte do rol de comportamentos necessários no cotidiano de trabalho. Entretanto, muitas dúvidas surgem quando o assunto está relacionado à chefia. Muitos profissionais se preocupam em levar muitos problemas para os chefes com receio de serem tachados de dependentes demais e “queimarem” sua imagem profissional.

Essa preocupação é pertinente. A chefia está sempre de olho na postura dos seus colaborares e em suas capacidades de tomarem decisões e responsabilizarem-se pelos resultados. Alguns colaboradores acabam pendendo para o extremo oposto, não solucionando o problema, ou não pedindo ajuda, mesmo quando ela é necessária. E isso também não é positivo. Então qual é o limite? Que tipos de problemas devem ser levados ou não levar à chefia?

Compreender o processo da empresa gera acertos na hora de decidir se o problema deve ser ou não compartilhado com a chefia. Problemas considerados importantes, e que devem ser levados à chefia, são aqueles que afetam o bom andamento da empresa e solucioná-los envolvem mudanças nos processos, impacto em outros departamentos ou que geram custo. Conhecer como a empresa funciona evita que funcionários com boas intenções tomem decisões precipitadas, e realizem mudanças que acabam trazendo ainda mais problemas para a empresa.

Uma boa dica é: antes de levar o problema para o chefe pense em 1 ou 2 soluções para oferecer, além de mostrar proatividade, esse hábito treina sua capacidade de pensar de forma estratégica, prevendo as consequências de suas ideias.

Agora seguem algumas dicas do que não deve ser levado para a chefia:

  • Evite valorizar o problema em busca de reconhecimento: alguns funcionários tendem a aumentar o problema com o intuito de valorizar sua ação na solução do problema. Anunciam e repetem diversas vezes como o problema aconteceu e o que ele fez para solucioná-lo. Saiba que os chefes baseiam-se nos comportamentos do dia-a-dia. Para ser realmente reconhecido como um “solucionador de problemas” é necessário que esse comportamento seja um hábito para você e não algo que se faz ocasionalmente. O Marketing Pessoal está na marca que você deixa por onde passa, na forma como você executa seu trabalho. Você não precisa falar sobre seus louros, você só precisa entregar bons resultados. Deixe que seus colegas falem sobre as suas vitórias. O peso da opinião de terceiros é sempre maior.
  • Evite levar problemas com colegas de trabalho: falar mal de colegas para o chefe não pega bem. Mesmo quando você o faz com as melhores das intenções. Alguns funcionários assumem a posição de “olheiros”, controlando o horário de chegada e saída dos colegas de trabalho, ou a forma como o colega está executando o trabalho, ou mesmo problemas de embate pessoal, etc. Na maioria das vezes, esse comportamento soa como fofoca. Problemas relacionados aos colegas de trabalho só devem ser levados à chefia quando afetam a ética, e que tragam prejuízos à empresa, como é o caso de roubo de equipamentos, fraudes, etc.

    falar mal de colegas para o chefe não pega bem. Mesmo quando você o faz com as melhores das intenções. Alguns funcionários assumem a posição de “olheiros”, controlando o horário de chegada e saída dos colegas de trabalho, ou a forma como o colega está executando o trabalho, ou mesmo problemas de embate pessoal, etc. Na maioria das vezes, esse comportamento soa como fofoca. Problemas relacionados aos colegas de trabalho só devem ser levados à chefia quando afetam a ética, e que tragam prejuízos à empresa, como é o caso de roubo de equipamentos, fraudes, etc.

  • Evite levar problemas familiares: comentar sobre problemas com filhos, separações, etc, não é visto como algo positivo, porque normalmente quando isso acontece é para justificar um mau desempenho no trabalho. O problema não é a questão pessoal em si, pois todos estão sujeitos a enfrentar graves problemas particulares, a questão maior nesse caso é a tendência à vitimização. Alguns funcionários desavisados acreditam que o fato de passarem por problemas pessoais justifica um mau desempenho no trabalho.

MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: http://www.meirykamia.com; contato: contato@meirykamia.com

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TESTE: VOCÊ É EXIGENTE DEMAIS?

ExigenteDemais2

 por Meiry Kamia

Ao final do teste, clique nesse link e saiba mais sobre o comportamento exigente demais. Entenda quando o perfeccionismo pode ser prejudicial para o seu desempenho profissional. 

1.     Você foi escalado para fazer a apresentação de um projeto para a diretoria, você:

a.     Analisa suas tarefas e estabelece prioridades. Se a apresentação é importante, deixa imediatamente as outras tarefas de lado e foca-se apenas na apresentação.

b.    Já sente o desespero bater assim que sabe da notícia. Fica preocupado com o prazo curto porque deseja fazer algo que seja inesquecível, inteligente, etc, seu desejo é de impressionar os ouvintes.

c.     Não se abala. Como não gosta de mudar seus planos por conta de responsabilidades de última hora, opta por terminar o que está fazendo para depois olhar para a montagem da apresentação.

2.     Você está participando de uma reunião que visa a determinar as novas políticas da empresa. Entretanto, você não concorda com diversos pontos colocados pela diretoria. Você:

a.     Não pensa duas vezes para demonstrar seu ponto de vista. Não suporta ficar quieto quando percebe que algo não está certo, tem o hábito de colocar sua opinião independente de quem seja, e “doa a quem doer”.

b.    Durante a fala dos diretores, você vai separando mentalmente, ou escrevendo, os pontos de desacordo e busca argumentos objetivos para confrontar as ideias. Seu foco principal não é saber quem está certo, mas apenas discutir as ideias controversas e aprofundar a compreensão por meio do debate.

c.     Sente o ímpeto de falar, mas fica preocupado com a reação dos diretores. Teme que eles fiquem chateados com você, e que comecem a ter uma ideia negativa de sua imagem pelo fato de você não concordar com eles. Muitas vezes, opta em se calar para não correr o risco de ser mal interpretado.

3.     Você foi convidado para participar de um coquetel representando sua empresa para recebimento de um prêmio. Na hora de escolher o traje:

a.     Sua primeira preocupação é se estará à altura dos convidados do evento. Mesmo tendo uma roupa adequada, sente-se insegura(o) porque sabe que as pessoas costumam reparar uma nas outras, e você odeia “ficar por baixo”. Sua situação financeira não é a das melhores, mas você acaba fazendo uma compra que comprometerá sua saúde financeira.

b.    Você busca no guarda-roupa algo não muito extravagante para compor um visual adequado para a ocasião. Você sabe que irá para um coquetel empresarial e não ser madrinha/padrinho de casamento. Mesmo assim, pede opiniões para ver se encontra ideias diferentes das suas.

c.     Você não gosta de mudar seu estilo por conta de ocasiões especiais. Vai vestida(o) da forma como se sentir mais à vontade no momento.

4.     No trabalho, quando você se depara com uma quantidade muito grande de tarefas, você:

a.     Não perde muito tempo pensando, ou planejando. Prefere fazer. O tempo para você é mais importante. Gosta de realizar várias tarefas ao mesmo tempo para chegar ao final do dia e ter a maior quantidade delas realizadas, mas não se importa muito com a qualidade e/ou detalhes.

b.    Foca na qualidade. Você não suporta ver trabalhos malfeitos. Faz um por vez, não se importando tanto com o tempo. Tem o hábito de rever cada etapa para certificar-se de que tudo está em ordem. Não suporta que outras pessoas vejam falhas em seu trabalho que você mesma(o) não percebeu.

c.     Organiza-se com foco na prioridade das tarefas. Gosta de fazer um bom trabalho, mas nem sempre tem tempo para fazer seu melhor possível. Prioriza o que é realmente importante e a qualidade está aliada ao prazo que você tem para entregar a tarefa.

5.     Quando você pede para alguém executar uma tarefa:

a.     Direciona a pessoa com relação ao que você espera dela, explica o processo e enfatiza os passos mais importantes que devem ser seguidos e os resultados que você espera. Você dá autonomia para a pessoa modificar aspectos que não comprometam o resultado e se coloca à disposição para um eventual suporte.

b.    Simplesmente passa a tarefa enfatizando o resultado. Como você não se sente à vontade com alguém supervisionando seu trabalho, você faz questão de deixar a pessoa livre para realizar a tarefa a seu modo.

c.     Não fica sossegada(o), pois acha que essa pessoa talvez não tenha tantas habilidades para executar bem o trabalho. Você normalmente consegue enxergar detalhes que passam despercebidos por outras pessoas e não suporta quando alguém faz algum trabalho malfeito. Então, para não se irritar, você só pede para alguém fazer algum trabalho por você em último caso.

6.     Sua empresa está passando por um processo de mudança, você:

a.     Procura se desligar do processo até que as coisas se acalmem. Você sabe que, durante esses processos, muitas regras mudam e não quer se preocupar ou se chatear com isso.

b.    Tenta entender como está o processo e vai realizando seu trabalho sem se preocupar demais com as mudanças. Você sabe que erros e ajustes ocorrerão nesse período, por isso, redobra as atenções, principalmente para alterações em seu departamento.

c.     Fica bastante preocupado porque não sabe o que vem pela frente. Para você é muito difícil trabalhar na incerteza porque gosta de fazer sempre um bom trabalho, mas em momentos de mudança nem mesmo os líderes sabem exatamente o que é certo, como se deve proceder em diversas situações, etc.

7.     De forma geral, você acha que as pessoas que trabalham em sua empresa:

 

a.     Não têm tanto capricho no trabalho, parece que precisam de supervisão o tempo todo. São um tanto desleixadas, não são criativas, não têm iniciativa e só falam de problema. É muito difícil encontrar alguém em quem possa confiar um trabalho sem ter que verificar o tempo todo se está fazendo a tarefa de forma correta.

b.    Compõem um perfil bastante diversificado. Há sempre muita boa vontade para ajudar e há muita chance para crescimento profissional, mas infelizmente nem todos aproveitam as oportunidades.

c.     Você não repara muito nas outras pessoas e também não se preocupa muito com elas. Você prefere pensar e falar de si mesmo.

Resultados:

Pergunta 1

Pergunta 2

Pergunta 3

Pergunta 4

a) 2 pontos a) 1 ponto a) 3 pontos a) 1 ponto
b) 3 pontos b) 2 pontos b) 2 pontos b) 3 pontos
c) 1 ponto c) 3 pontos c) 1 ponto c) 2 pontos

Pergunta 5

Pergunta 6

Pergunta 7

a) 2 pontos a) 1 ponto a) 3 pontos
b) 1 ponto b) 2 pontos b) 2 pontos
c) 3 pontos c) 3 pontos c) 1 ponto

Até 7 pontos: Você é relax demais. Você realmente não se preocupa com a opinião alheia. Você tem o seu estilo, gosta do jeito como conduz o seu trabalho, e o modo tranquilo como leva a vida. Entretanto, essa falta de atenção às pessoas e ao mundo à sua volta faz com que você perca oportunidades de crescimento na organização. Você pode passar a imagem de uma pessoa desleixada, egocêntrica, inconsequente – que fala e faz o que quer sem se preocupar com as consequências. Também pode passar a imagem de alguém desinteressado demais e sem comprometimento com o trabalho.

Você realmente não se preocupa com detalhes, mesmo quando essa atenção é necessária. Preocupa-se com o resultado, mas sem olhar o processo, o que pode trazer consequências negativas dependendo do tipo de organização em que trabalha. Esse olhar imediatista também prejudica sua capacidade de pensar estrategicamente, o que deixa cargos de liderança cada vez mais distantes.

Tente interessar-se mais pelas pessoas e pelo mundo à sua volta. É preciso entender que o mundo não gira a nossa volta. Em algumas ocasiões, principalmente Nas sociais, é preciso abrir mão do nosso estilo para adotar um estilo mais condizente com a situação do momento. Essa capacidade de adaptação aumenta a habilidade de trabalhar em equipe e ajustar-se a situações adversas. Isso não significa deixar sua personalidade de lado.

Preocupar-se demais com o que os outros vão pensar é ruim, mas o extremo oposto, que é não levar em consideração as outras pessoas, também pode ser bastante prejudicial.

De 8 até 17 pontos: Você é exigente no ponto certo. Preocupa-se com o resultado, mas faz o que é possível, não idealiza e trabalha com fatos reais. Adapta-se bem ao contexto, está atento à reação das pessoas, mas não deixa de mostrar suas opiniões e personalidade. Tem capacidade de julgar por meio de evidências, por isso não generaliza as situações e pessoas, respeitando os cenários onde as coisas acontecem e suas peculiaridades.

Apresenta boa produtividade porque orienta-se pelo resultado, mas tem domínio do processo. Gosta de entregar um bom trabalho, mas é capaz de fazer uma entrega que não esteja à altura quando o tempo é curto demais. Essa capacidade de gestão de tempo, quantidade e qualidade de tarefas, são bases importantes para o raciocínio estratégico.

Sabe utilizar bem o tempo no trabalho, mas quando necessário leva trabalho para casa, mostrando comprometimento com a empresa.

Seus relacionamentos pessoais tendem a ser leves porque você respeita a individualidade das pessoas e as diversidades. Você não cria expectativas sobre as pessoas, aceita-as como são, e essa compreensão aumenta a capacidade de se relacionar com os mais diversos tipos de pessoas, facilitando o trabalho em equipe. Também é bom delegador de tarefas porque sabe orientar e dar suporte, isso porque compreende a forma como as pessoas pensam. Você daria um bom líder.

Acima de 17 pontos: Você é exigente demais. Pode-se dizer que você é uma pessoa muito crítica com os outros e, principalmente, com você mesma. Seu foco de atenção está sempre no outro, no que os outros vão pensar de você. Com receio de que as pessoas façam uma má imagem sua, você acaba se desdobrando para construir a imagem da pessoa perfeita, que não comete falhas, e que faz um trabalho perfeito. Não suporta críticas alheias porque elas fazem desmoronar a sua ilusão de perfeição. Por isso evita a todo custo que outras pessoas vejam suas falhas. Faz isso idealizando o resultado dos trabalhos, de forma que precisa sentir que tudo o que faz tem que ser lindo e maravilhoso. Por isso perde muito tempo com detalhes, o que te faz perder em praticidade, ou seja, você produz menos do que poderia. O foco nos detalhes também te faz perder boas oportunidades na vida profissional e também há perda da visão estratégica e planejamento.

Seus relacionamentos também são tensos porque você cria expectativas de como as pessoas deveriam se comportar e as cobra por isso. Do chefe, espera reconhecimento por seus esforços. Dos seus relacionamentos pessoais, você espera que as pessoas se esforcem para se adaptarem às idealizações que você criou para elas. Então, quando você se pergunta “por que as pessoas não se comportam como deveriam?” na verdade, você está se perguntando “por que as pessoas não se comportam da forma como você quer?”. Não é a toa que você se decepciona demais com as pessoas.

Para melhorar sua qualidade de vida, tente ser menos exigente consigo mesmo e com as pessoas. Tente enxergar aspectos positivos no trabalho alheio e aprenda com os outros uma forma mais prática de trabalhar. Isso não significa “fazer o trabalho de qualquer jeito”, e sim, ser mais objetivo.

 

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Como lidar com os ladrões de tempo

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Baixa produtividade é sinal de falta de foco

Por Meiry Kamia

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Você está apresentando baixa produtividade no trabalho e ainda se sente cansado? Fique atento! Você pode estar sendo vítima dos ladrões de tempo.

Baixa produtividade é sinal de falta de foco. E são inúmeras as situações do dia que distraem a nossa atenção. Para você ter uma ideia, quando está profundamente concentrado em alguma atividade e é interrompido para atender ao telefone, ver um e-mail, ou qualquer outra coisa, você demorará cerca de 15 a 20 minutos para resgatar o mesmo nível de concentração que estava anteriormente. Veja a lista dos maiores ladrões de tempo:

  • E-mails em excesso
  • Mensagens instantâneas
  • Interrupções para atender ligações
  • Interrupções constantes porque você mantém a política das “portas abertas”.
  • Excesso de sociabilidade – o famoso “cafezinho”
  • Visitas inesperadas.
  • Reuniões improdutivas
  • Procrastinação (adiamento de tarefas)
  • Vício do detalhamento
  • Preocupações demais

Se você realmente deseja aumentar sua produtividade, terá que aprender a lidar com os ladrões de tempo e evitar interrupções. Então aí vão algumas dicas:

  • Ao realizar a programação diária em sua agenda, determine horários específicos para abertura de e-mails. Desligue todos os sinais sonoros que avisam a chegada de novas mensagens, e esqueça as redes sociais durante o trabalho. Tente responder e-mails logo na primeira leitura. Se não for possível separe em uma pasta específica “tarefas a cumprir”. Trate de apenas 1 assunto por e-mail, isso facilita a leitura e localização da mensagem pelo “assunto”. Se o assunto mudar, mude também o “assunto” do e-mail. Escreva de forma objetiva, utilize tópicos.
  • Desligue o celular ou coloque-o em modo silencioso. Olhe apenas de hora em hora. Evite olhar o tempo todo para ver se recebeu alguma mensagem.
  • Se perceber que a socialização é necessária para discutir de forma informal processos em andamento, crie o hábito de marcar 10 minutos antes da reunião para um cafezinho. Assim você faz a socialização e discute algum ponto fora da pauta da reunião.
  • Para as pessoas que o interrompem com frequência, tente explicar que está tentando gerenciar melhor o seu tempo e combine horários específicos para despachar com eles.
  • Tenha um tempo específico para lidar com suas preocupações. Isso o ajudará a manter a mente livre de preocupações nas horas em que precisa se concentrar para produzir. Preocupações demais roubam a atenção e distraem a mente causando ansiedade.
  • Evite procrastinar. Se perceber que anda “empurrando com a barriga”, descubra por que está evitando a tarefa (ela é desagradável? Você se sente inseguro? Não sabe por onde começar? Preguiça?). Depois, contabilize o custo da demora. Você não perde somente tempo, mas perde dinheiro com isso. Se você acha a tarefa difícil demais, desmembre-a em subtarefas, isso torna mais fácil o início. Peça ajuda se necessário. Observe se você não está estabelecendo padrões muito altos de perfeição.

MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: www.meirykamia.com; contatos: 11-2359-6553; contato@meirykamia.com

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Utilize o facebook como ferramenta de marketing pessoal

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por Meiry Kamia

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É cada vez mais comum os RHs das empresas darem uma espiadinha no perfil dos candidatos às vagas. Ter um perfil que ajude a empresa a enxergar melhor quem é você, pode ser vantajoso.

Mesmo que você não saiba e não queira, você está construindo e vendendo a sua imagem a cada post no facebook. E mesmo que você não tenha a mínima ideia de quantas pessoas estão curtindo ou apenas observando seu perfil, tenha certeza de que é um número suficiente para formar uma opinião a seu respeito.

O facebook além de ser uma ferramenta para localizar pessoas, encontrar amigos, e se divertir, também pode ser utilizado como um espaço para se trabalhar o marketing pessoal.

Trabalhar um bom perfil não significa ficar o tempo todo se policiando tentando parecer o que não é. Ao contrário, a ferramenta pode ser divertida, você só precisa ter alguns cuidados:

  • Em primeiro lugar você precisa saber responder algumas perguntas: “quem você é?”, “Quais são os seus valores?”, “que imagem você gostaria de passar para as pessoas?”, “Qual parte de sua personalidade você gostaria de evidenciar?”, “Quais são os seus sonhos?”, “Que parte de sua vida você gostaria de compartilhar com outras pessoas e quais você deseja manter no seu mundo particular?”
  • Mostre seus valores através das fotos: reuniões em família, trabalhos voluntários, ideias criativas e interessantes, notícias interessantes, encontro com amigos, vida na natureza, aventuras, viagens, etc.
  • Dinamize seu perfil para que ele se torne gostoso de ser lido. Algumas pessoas temem a exposição e acabam não postando nada e não interagindo. É possível utilizar a ferramenta de privacidade para permitir que apenas algumas pessoas vejam o conteúdo que você deseja mostrar. Não é preciso postar notícias todos os dias, mas também não precisa abandonar o perfil.
  • Compartilhe temas interessantes que mostrem o que você valoriza e que podem ajudar outras pessoas. Isso mostra que você pensa em outras pessoas e não apenas em você mesmo.

Cuidados:

  • Evite fotos de biquíni, muito sensuais e/ou provocantes: caso queira colocá-las utilize a ferramenta de privacidade, de forma que você escolhe quem poderá ter acesso a elas.
  • Cuidado com fotos de baladas com bebidas alcóolicas: evite inserir muitas fotos com bebidas alcoólicas. Uma ou outra não tem problema, mas o excesso pode passar uma imagem negativa. Pense! Mesmo que o funcionário não esteja mais no horário de expediente ele ainda trabalha na empresa, portanto, ainda representa a empresa. E ver, por exemplo, um representante da empresa bêbado, pode ser constrangedor.
  • Evite inserir frases que reclamam do trabalho, por exemplo, “odeio segundas-feiras”, “odeio meu trabalho”, etc. Isso mostra que você não gosta de trabalhar e nenhuma empresa gostaria de ter alguém assim dentro de sua equipe.
  • Ficar postando o tempo todo o seu estado de humor, principalmente os negativos, e onde está (localização), além de ser chato pode mostrar que você fica o tempo todo no facebook. Isso pode dar a impressão de que seu resultado no trabalho seja baixo, uma vez que o foco do trabalho é desviado diversas vezes para o facebook.
  • Evite polêmicas de forma geral (comentários racistas, sexistas), julgamentos e comentários depreciativos relacionados a colegas de trabalho e à própria empresa em que trabalha ou trabalhou. Além de ser negativo para a sua imagem, isso ainda pode servir de prova contra você.
  • Evite curtir fotos ou comentários racistas, ou sexistas, ou polêmicos demais, eles ficam registrados e aparecem na página de notícias.
  • Evite exageros: por exemplo, há pessoas tão fanáticas pelo time de futebol que só postam fotos e comentários relacionados ao time. Não há problema nenhum em ser torcedor, mas o exagero, além de tornar o perfil chato, dá a impressão de a pessoa ser “bitolada”.

MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: http://www.meirykamia.com; contatos: 11-2359-6553; contato@meirykamia.com

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POR DETRÁS DA FRUSTRAÇÃO

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Meiry Kamia

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Lucinha sentia-se arrasada. Frustrada. O desânimo era tanto que mal conseguia disfarçar. Dedicara cinco anos para a empresa, e agora, num processo de mudança e reestruturação, via-se com um chefe novo, fruto de uma contratação externa, num cargo que deveria ser o dela. Era terrível receber ordens de quem ainda nem entendia bem os processos da empresa. Sem contar a frustração de não ter sido reconhecida por tantos anos de trabalho. Estava perdendo prestígio e esforçava-se para esconder as dívidas que aumentavam como uma bola de neve. Era triste não poder comprar uma roupa decente para trabalhar. O carro começava a dar problemas, e a qualquer momento poderia parar de vez. Mas não tinha dinheiro para trocar de carro. 

Em casa a situação não era diferente. Era todo dia a mesma coisa. Saia voando do trabalho, pegava as crianças na escolinha, trânsito, e chegava em casa para a outra jornada de trabalho. Abria a porta do apartamento, e via aquela bagunça. Desânimo novamente. Ia direto para o fogão. Durante o preparo da janta, gritava irritada, o tempo todo, com as crianças. “Vá tomar banho!”, “Tira essa roupa já!!”, “Faz logo a droga da lição!”, “Vem jantar! Rápido!”. “Droga!” pensava consigo mesma, “Por que eu não tenho crianças educadas? Obedientes? Essas me irritam o tempo todo! Que inferno!!”.

Lembrava-se sempre com muita mágoa do ex-marido. Em sua visão, um dos principais responsáveis pelo seu fracasso. Ela, que tinha dedicado tantos anos ao casamento, imaginando um marido atencioso, generoso, que pudesse ‘bancar’ as suas contas, agora, estava sozinha e jogada às traças. “Como pude me enganar tanto?” pensava ela.

Lucinha estava cansada, esperava que a qualquer momento alguma coisa pudesse acontecer para tirá-la desse circuito de chateações e frustrações, porque ela mesma já não tinha mais forças para lutar. Parecia que o mundo havia feito um complô contra ela, onde todos trabalhavam para a sua infelicidade. 

A história de Lucinha ilustra o processo da frustração. A frustração é causada pelas expectativas criadas em relação às pessoas e situações. Fantasiar situações é comum e até saudável para o ser humano. O problema ocorre quando há o apego às fantasias ou desejos criados e não se aceita o mundo real. Aí surge o sofrimento.

A criança, por imaturidade psicológica e afetiva, apresenta mais dificuldade para tolerar a frustração. Por isso é comum ver crianças se jogando no chão, gritando, esperneando, toda vez que a mãe se recusa, por exemplo, a comprar um brinquedo numa loja.

Conforme amadurecem, o egocentrismo diminui, e elas começam a entender que o mundo nem sempre é compatível com as fantasias que criam. E ter essa compreensão ajuda a lidar melhor com a realidade.

Um dos geradores da frustração é a projeção. Por exemplo, a paixão, comum no início de todo relacionamento amoroso, é exatamente isso, uma projeção do ser que ama no ser amado. O ser que ama, projeta suas necessidades, admirações, cria expectativas de que o outro irá preencher suas carências. É óbvio que, cedo ou tarde, virá a frustração porque o ser amado não é a projeção, e sim uma pessoa. Sendo assim, a qualquer comportamento ou tomada de decisão do ser amado que não combine com a projeção criada, isso será considerada uma traição. E ouvimos queixas do tipo “como pude ser tão cego?”, “como pude me deixar enganar?”, etc.

Também costumamos projetar nossa felicidade em situações, ou objetos. E, como no caso de Lucinha, o fato de não ter o cargo desejado no trabalho, de não ter como comprar roupas novas, sapatos, carros, etc., conforme ela projetara para si mesma, já é motivo para a frustração.

Manifestações da frustração são a raiva e a tristeza. Assim como a criança esperneia quando não consegue o brinquedo desejado, o adulto imaturo xinga, fala mal, faz birra, etc., pois é a forma que tem de mostrar sua insatisfação. Depois, ao perceber que a realidade não muda, vem a tristeza junto com o sentimento de impotência, e assim, se torna queixoso e escravo daquilo que não tem. O frustrado, por imaturidade, nunca assume a responsabilidade por suas frustrações. A culpa será sempre do outro.

Então, o que é saudável? Ser saudável é ser maduro. É ser menos egocêntrico. É entender que não se tem controle sobre sentimentos, situações, personalidades, jeitos de ser, etc, de outras pessoas. É ser tolerante às frustrações, e isso não significa ser passivo, mas sim saber sonhar, mantendo os pés na realidade.

Tolerar frustrações fortalece o espírito, desenvolve a maturidade, e amplia o aprendizado. Grandes empreendedores passaram por inúmeras frustrações. A diferença entre o frustrado eterno e o vencedor é a forma como eles lidam com a frustração. O primeiro sucumbe, enquanto que o segundo supera. Se as coisas não saíram da forma como você imaginava, pergunte-se a si mesmo “onde poderia ter feito melhor?”, “o que posso aprender com essa situação?”, “como posso melhorar meu desempenho para atingir o que preciso?”.

MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: www.meirykamia.com; contatos: 11-2359-6553; contato@meirykamia.com

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Em 2013 assuma a liderança de sua vida!

superação

Por Meiry Kamia

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No nível organizacional, sabemos que o bom exercício da liderança envolve a capacidade de conduzir e desenvolver a equipe, gerando resultados positivos, rumo à concretização de metas em comum.

O mesmo raciocínio pode ser aplicado no nível pessoal. Você, assim como qualquer pessoa, tem o potencial e a responsabilidade de liderar a própria vida. Isso significa que você é capaz de desenvolver habilidades, gerar resultados sólidos rumo à concretização dos próprios sonhos.

Entretanto, muitas pessoas acreditam erroneamente que por terem um chefe na empresa isso as isenta de serem líderes da própria vida.  Colocam-se então no papel de vítima das circunstâncias da vida, numa postura passiva, sem energia para mudar, sem energia para criar uma realidade diferente, e não enxergam saída para os problemas. E da mesma forma que esperam que o chefe lhes diga o que fazer no trabalho, também esperam que uma solução mágica apareça para resolver os problemas.

A vítima sempre olha os problemas, o líder sempre enxerga e cria soluções. Outro dia ouvi um ditado interessante que dizia: o pessimista vê dificuldades em cada oportunidade. O otimista vê oportunidades em cada dificuldade.

Isso significa que ser líder ou vítima da própria vida é uma questão de escolha e posicionamento. Mas é muito mais vantajoso ter o poder da felicidade nas próprias mãos do que depender da vontade de outras pessoas, não é mesmo?

Algumas dicas para liderar a sua vida em 2013:

Líderes das empresas costumam se respaldar em 3 pontos básicos: visão, missão e valores. E você também pode fazer isso:

1)    Delimite a “visão da sua vida”: a visão é a imagem do futuro que você deseja para si mesmo, é a sua meta maior. Pergunte a si mesmo “Como você quer que sua vida esteja daqui há 10, 15, ou 20 anos?” Imagine-se na situação. A resposta deve ser honesta e realista.

  • Honesta: deve referir-se aos seus próprios desejos e não a de outras pessoas. Por exemplo, há pessoas que dizem querer fazer um curso, quando na verdade, só querem fazer para agradar outras pessoas. Ou então, há os exagerados que dizem “quero ser rico e viver de oba-oba” – mas sem querer trabalhar para isso, raramente irá conseguir, e isso significa que não há honestidade para consigo mesmo.
  • Realista: significa conhecer os próprios potenciais para saber se conseguirá desenvolver outras habilidades necessárias para alcançar seu sonho dentro de um prazo de tempo determinado. A vida é finita, temos um prazo para cumprir as metas e isso deve ser levado em consideração no projeto de vida.

2)    Defina sua missão de vida: missão é o “como” você alcançará a visão por você determinada. A missão deve conter o tipo de trabalho que irá fazer, a forma como irá trabalhar e o seu diferencial. Veja um exemplo de uma pessoa que trabalha com comunicação: “minha missão de vida é exercer meu talento através da comunicação de ideias, levando conhecimento e informação às pessoas. Farei isso através da renovação e aprendizado constante, com disposição, com amor, de forma que as pessoas que tenham contato com o resultado do meu trabalho também possam se beneficiar da energia positiva com que eu realizo meu trabalho”.

Observe que a missão de vida não tem a ver com o emprego, nem com a empresa que te contratou. Tem a ver com a forma como você realiza o trabalho e o que você entrega para as pessoas à sua volta.

3)    Defina os valores que respaldarão suas escolhas: os valores orientarão a forma como a missão será cumprida. Continuando o exemplo acima: “realizarei minha missão de vida de forma honesta, íntegra, respeitando a mim mesmo e aos outros, com humildade para aprender sempre, sem prejudicar outras pessoas, preservando a natureza e o bem estar social”

Uma vez determinados a visão, missão e valores pessoais, escreva-os e coloque em algum lugar que possa visualiza-los diariamente. Todos os dias, antes de dormir, e assim que acordar, lembre-se da sua visão e missão de sua vida. Você descobrirá a cada dia, o prazer e a felicidade de saber para que você existe!

MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: http://www.meirykamia.com; contatos: 11-2359-6553; contato@meirykamia.com

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