LIBERTE-SE DA TIMIDEZ

timidez

*por Meiry Kamia

Habilidades como ser sociável, comunicativo, apresentar projetos, estão sendo cada vez mais valorizadas nas empresas. E, a timidez pode atrapalhar, e muito, o seu desempenho no trabalho ou até mesmo “empacar” seu sucesso profissional, além disso, pode ser um grande empecilho para as conquistas amorosas e relacionamentos sociais. Se você se considera tímido demais, seguem seis dicas para se libertar desse aprisionamento psicológico:

  1. ASSUMA QUE VOCÊ QUER: mudar comportamentos não é algo fácil de fazer, requer disciplina, força de vontade e muito foco. É comum, em meio a processos de mudança de comportamentos, que a vontade de desistir apareça, mas é preciso que a força de vontade vença sempre. Para isso, faça um acordo com você mesmo. Prometa que deseja mudar. A cada pensamento de desistência, lembre-se do que deseja deixar para trás (a timidez), e o que deseja alcançar: a liberdade de expressão, a espontaneidade. Assim manterá força motivacional para continuar a seguir em frente.
  2. REBAIXE O CRÍTICO INTERNO: pessoas tímidas normalmente são muito rígidas consigo mesmas. Não se permitem errar e, quando erram tendem a punir a si mesmas (“como sou burra”; “que idiota eu fui!” etc). Seu crítico interno é muito severo. Pessoas tímidas só se aceitam se forem perfeitas, mas ninguém é, aceite que é um ser humano como todos os outros, e que pode errar. Tire o poder do “crítico interno”. Toda vez que achar que errou, ou que falou algo indevido, ou passou algum vexame, seja compreensivo. Desenvolva a humildade. Assuma que fez o melhor que pôde, e que na próxima vez, irá melhorar. Trate-se como trataria uma criança, dê força a si mesma, diga a si mesma que irá conseguir que está ótima etc.
  3. VALORIZE SEUS PONTOS POSITIVOS: pessoas tímidas conhecem bem seus pontos negativos e raramente conhecem os pontos positivos. Faça uma lista de dez coisas que você faz bem e faça delas seus diferenciais. Saber que carrega em si coisas positivas aumenta a autoconfiança e autoestima. Conheça também os assuntos de que gosta, leia sobre eles, veja filmes, isso lhe ajudará a puxar e manter conversas em eventos sociais ou encontro com amigos.
  4. CUIDE DA AUTOIMAGEM: arrume-se! Penteie os cabelos, apare as unhas, cuide das roupas, aprenda a gostar de cuidar de si mesma. Além disso, uma boa imagem ajuda a manter a autoconfiança.
  5. ENFRENTE: aproveite cada chance que a vida lhe oferece para se testar: aceite convites para festas, happy hours, cumprimente pessoas desconhecidas mesmo que com um simples sorriso e aceno de cabeça, se alguém puxou conversa e procure mantê-la. Timidez se vence com esforço.
  6. SEJA PERSISTENTE: encontros sociais causam muita ansiedade nos tímidos e a vontade é sempre de “sair correndo” e se esconder. Quando isso acontecer, mantenha a calma. Quanto mais enfrentar o medo, mais fraco o medo se tornará. Para mudar efetivamente um comportamento, ele deve ser transformado em hábito. Isso significa que ele deve ser repetido diariamente, de forma consciente, por pelo menos trinta dias. Após esse período, você verá que os desafios se tornarão mais fáceis de transpor porque você já terá se habituado a eles.

MEIRY KAMIA é Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas, Consultora Organizacional e Docente em MBA de Gestão de Pessoas. Também é ilusionista, premiada como melhor mágica feminina da América Latina, pela Federação Latino-Americana de Sociedades Mágicas. Desenvolve palestras motivacionais e treinamentos diferenciados, aliando Arte Mágica, Teatro e Psicologia.

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Sou muito tímida e gostaria de melhorar…

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Boa tarde, assisti ao programa Mais Você esta semana e foi abordado o assunto: Timidez. Gostaria de sugestões de materiais de livros, vídeos sobre o assunto. Sou muito tímida e gostaria de melhorar. Obrigada, Gisela.  

Olá Gisela! A única forma de vencermos o medo é justamente fazendo o que mais tememos. A resposta para sua pergunta não está nos livros e sim em você mesma, porque o problema não é saber “o que” fazer, e sim, simplesmente “fazer”. O que existe é uma “trava” psicológica que a impede de ser espontânea, ou seja, falar sem o medo de ser julgada. Como disse no programa, os maiores críticos e carrascos estão dentro de você. Se você não se permite errar, se não aceita que pode errar, não se dará a chance de tentar, e, por medo de errar, não faz. E esse ciclo se retroalimenta te deixando cada vez mais aprisionada e frustrada.

O problema está na autoestima. Você só se aceita se for perfeita, e rechaça todo seu lado negativo. E aí mora o medo de expor suas opiniões e participar dos eventos sociais. Você tem muito medo que as pessoas percebam que você não é perfeita, e não te aceitem. Isso ocorre porque o seu foco não está nos seus pontos positivos e sim nos pontos negativos. Provavelmente, o tempo todo você fica pensando em o quanto se sente mais feia que sicrana, ou mais burra que beltrana, etc. Sempre pensa em si mesma de forma negativa e sempre comparando com outras pessoas. Para vencer a timidez tente seguir esses passos:

O primeiro passo é começar a gostar de si mesma, para isso é preciso que conheça e valorize seus pontos positivos. Parece que os pontos negativos você já conhece bem. Perceba o que faz de bom, quais são suas maiores habilidades, que tipos de assuntos lhe interessam (isso lhe ajudará a puxar e manter conversas), etc. Assim você diminui a sensação de ser “um nada” perto de outras pessoas. Aceite também que tem um lado negativo, que não é perfeita. Seja humilde.

O segundo passo é rebaixar o crítico interno, e isso deve ser feito de forma muito consciente. Toda vez que sentir pensamentos que irão travar sua espontaneidade, lute contra eles, pensando em outra coisa. Não alimente pensamentos negativos nessas horas. O medo de falar alguma bobagem em público faz com que você fique calada em eventos sociais porque tem medo do julgamento do outro. Lembre-se, o crítico está na sua cabeça. Nem sempre os pensamentos que estão na sua cabeça estão na cabeça dos outros. Se por acaso cometer “uma gafe”, perdoe-se! assim como faz com outras pessoas. Se você não é capaz de perdoar erros alheios, terá muita dificuldade em fazer isso com você mesma.

O terceiro passo é correr o risco, é fazer! Comunicar-se bem, ser espontânea, são habilidades que devem ser exercitadas, quanto mais você fizer, melhor se tornará. Aproveite todas as oportunidades que tiver para conversar com desconhecidos (na fila do banco ou do cinema, em festas, etc), nem que seja para falar um “oi”, ou falar sobre “como está o tempo”, o que importa é que você veja que realmente está trabalhando a seu favor. E, se por acaso, passar alguma vergonha, verá que vergonha não mata!

Boa sorte!

Meiry

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COMO LIDAR COM A FALSIDADE DO TRABALHO

falsidade

Por Meiry Kamia

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No mundo competitivo é comum vermos pessoas que não medem esforços para conquistar o que desejam, mesmo que isso custe causar prejuízos aos próprios colegas de trabalho.

Quem não conhece aquela pessoa que se mostra simpática demais, sorridente demais, solícita demais, gentil demais, amigável demais, mas um dia você descobre que, pelas costas, ela fala mal do seu trabalho e te “queima” com seu chefe. Como conviver com esse tipo de pessoa e ainda continuar entregando um bom trabalho? Veja as dicas de como lidar com pessoas falsas no ambiente de trabalho:

1) Tenha consciência de que você não tem o poder de mudar o comportamento nem as atitudes de outras pessoas, mas pode mudar a forma como você reage a elas.

2) Neutralize a situação e proteja-se transmitindo à pessoa em questão apenas informações essenciais de trabalho. Seja breve e objetivo(a) na conversa e evite falar sobre assuntos pessoais ou fazer comentários que possam ser usados contra você.

3) Se houver algum mal entendido ou fofoca, chame a pessoa para conversar a sós, num local e momento apropriado para esclarecer o ocorrido. Evite fazer alardes.

4) Evite demonstrar irritabilidade dando indiretas, ou fazendo comentários sobre sua raiva de ter que conviver com pessoas assim. Comportamentos como esses apenas te desmoralizam dando a impressão de que você é o “descontrolado” da história.

5) Não pague na mesma moeda. Lembre-se de que o “falso” é o outro e não você. Tentar ser falso também dispensa muita energia que poderia ser empregada no seu trabalho.

6) Foque no resultado do seu trabalho e faça o melhor possível. Você deixa sua marca no mundo através do resultado do seu trabalho. E contra fatos não há argumentos.

Apesar de difíceis de lidar, as pessoas “falsas” nos ensinam que não vale a pena abrirmos mão da nossa verdade, da nossa autenticidade, dos nossos valores morais e éticos. Essas pessoas também nos mostram que não vale a pena crescer profissionalmente deixando um rastro de destruição por onde passamos. Sucesso profissional não se limita apenas a ter bons cargos e dinheiro, mas principalmente, sermos reconhecidos e lembrados pelas pessoas que passaram por nossas vidas pelos bons exemplos que deixamos.

MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas, Consultora Organizacional e Docente em MBA de Gestão de Pessoas. Também é ilusionista, premiada como melhor mágica feminina da América Latina, pela Federação Latino-Americana de Sociedades Mágicas. Desenvolve palestras motivacionais e treinamentos diferenciados, aliando Arte Mágica, Teatro e Psicologia. Site: http://www.meirykamia.com; contatos: 11-2359-6553; contato@meirykamia.com

Assessoria de Imprensa: Versátil Comunicação Estratégica – Vitor Deyrmandjian (vitor@versatilcomunicacao.com.br) Tel. (11) 2832-5509

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FUJA DAS “PANELINHAS” NO TRABALHO

FofocaTrabalho

por Meiry Kamia

http://www.meirykamia.com

O fenômeno das “panelinhas” é bastante comum e até natural nas organizações. As panelinhas geralmente se formam por afinidades, simpatias, similaridades, etc, dão uma sensação de pertencimento, o que gera tranquilidade e até mesmo sensação de poder.

Apesar de ser tentador fazer parte delas, o fenômeno das “panelinhas” esconde um lado obscuro que não é vantajoso nem para a empresa, nem para o trabalhador. Veja por que fazer parte de panelinhas pode ser prejudicial ao seu crescimento profissional:

1.    Não desenvolve a maturidade: as panelinhas são formadas por pessoas que pensam de forma parecida, pessoas que já se conhecem e que têm afinidades. É fácil lidar com pessoas com as quais você lida bem, mas difícil é lidar com pessoas que pensam de forma diferente, que possuem conhecimentos e experiências diferentes. A panelinha não permite que o “diferente” entre na roda, impedindo o aprendizado e o crescimento. Maturidade significa lidar com a realidade da forma como ela se apresenta, com toda a diversidade que é a vida humana. Imaturidade é tentar se proteger criando uma falsa sensação de segurança quando se está dentro de grupo que diz “amém” para tudo o que você diz.

2.    Atrapalha o processo da empresa: as panelinhas funcionam como feudos dentro da empresa, o que favorece a troca de favores para quem faz parte da “panelinha”, em detrimento das pessoas que não fazem parte da mesma. A regra é “trato bem quem me trata bem”, ou seja, quem faz parte da panela. Esse tipo de postura é negativa para o bom andamento da empresa porque favorece as relações do grupo específico e não os resultados que a empresa precisa. Muitas vezes, outros funcionários de departamentos diferentes acabam sendo prejudicados tendo seus processos atrasados por não fazerem parte da panela.

3.    Não desenvolve a comunicação: pessoas que fazem parte da “panelinha” tendem a se fechar nelas e acabam não se comunicando de forma adequada com pessoas de departamentos diferentes. Além das falhas na comunicação, que podem acarretar em prejuízos à empresa, a “panelinha” ainda pode gerar a fofocas, o que atrapalha ainda mais o clima na empresa.

4.    Está a um passo do assédio moral: dependendo do caso, o funcionamento da “panelinha” pode ser tão grave que seus integrantes podem acabar cometendo assédio moral. A aversão da “panelinha” a algum membro da empresa pode fazer com que os integrantes hajam de forma agressiva e velada com relação a quem não faz parte do grupo, isolando, ignorando a presença, excluindo o não-integrante da panela dos trabalhos em equipe e dos comunicados importantes, ou comunicando-se com ele apenas por escrito, induzi-lo ao erro, etc, comportamentos desse tipo, realizados de forma frequente, configuram violência psicológica e causar danos à saúde mental e até física à pessoa vítima da violência.

Se você deseja crescer profissionalmente não deve se esconder em meio a grupos fechados. Ao contrário, quanto mais se expuser a situações e pessoas diferentes melhor, pois mais diversificado será seu aprendizado. Além disso, aprenderá a lidar com situações e pessoas dos mais diversos tipos, o que lhe dará um “jogo de cintura” e vivência prática que nenhum livro poderá te dar.

MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: http://www.meirykamia.com; contatos: 11-2359-6553; contato@meirykamia.com

ASSESSORIA DE IMPRENSA DA MEIRY KAMIA:Versátil Comunicação Estratégica (www.versatilcomunicacao.com.br) – Vitor Deyrmandjian (vitor@versatilcomunicacao.com.br) Tel. (11) 2832-5509

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* INVEJA, EU? 

* MEIRY KAMIA no Programa ENCONTRO com FÁTIMA BERNARDES – GLOBO – “Situações Inusitadas em Entrevista de Emprego”

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* MEIRY KAMIA na RÁDIO TRANSAMÉRICA: Segredos do Sucesso

ExigenteDemais

Saiba quando o perfeccionismo pode ser prejudicial para o seu desempenho profissional.

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por Meiry Kamia

Entregar um trabalho perfeito é o sonho de todo trabalhador. Todos nós saímos de casa para deixar uma marca positiva através dos trabalhos que realizamos. Entretanto, quando o excesso de zelo ultrapassa os limites, o resultado pode ser exatamente o contrário do que se busca.

O grande vilão do perfeccionismo é o crítico interno. Pessoas exigentes demais possuem um crítico interno muito grande. Não toleram erros alheios, e principalmente, não sabem lidar com os próprios erros. Por conta do medo de errar tornam-se pessoas tensas, rígidas, estressadas, sobrecarregam-se de trabalho e acabam adotando padrões negativos de comportamento.

O crítico interno faz com que a visão sobre os detalhes aumente ao mesmo tempo em que afunila a visão global do processo. Conheça alguns sinais que mostram se você é exigente demais:

  • Atrasos na entrega de trabalhos: a atenção demasiada nos detalhes faz com que o perfeccionista perca a noção de tempo.
  • Sente-se sobrecarregado de trabalho: o perfeccionista sempre acha que o tempo nunca é suficiente para a quantidade de tarefas que tem a cumprir. É comum permanecer além do horário para terminar tarefas não cumpridas durante o expediente.
  • Sente-se estressado: sente dificuldade em “desligar” das atividades da empresa. Mesmo quando está em casa seus pensamentos não param de repassar tarefas que ainda precisam ser cumpridas. O pensamento ansioso (preocupado com o futuro) gera estresse, e o estresse leva à irritação. É comum ver o perfeccionista reclamando de tudo e de todos.
  • Leva trabalho para casa: o perfeccionista não reclama de levar trabalho para casa. Aliás, para ele é uma prática comum. Para o perfeccionista, o mais importante é entregar um bom resultado não importa quanto tempo leve e esforço precise dispender para isso.
  • Tem dificuldade para delegar tarefas: o perfeccionista tem dificuldade em trabalhar em equipe porque não confia na forma como o colega fará o trabalho. Para ele, ninguém conseguirá executar o trabalho melhor do que ele. Por essa razão, não delega tarefas mesmo quando está sobrecarregado. Além disso, como também é bastante crítico, tem o hábito de criticar a ideia dos colegas, o que reforça a atitude de que seu modo particular de trabalho é superior ao dos colegas.
  • Tempo de lazer prejudicado: é comum o perfeccionista roubar o tempo da família e dos amigos para se dedicar ao trabalho. Seu crítico interno não permite que ele simplesmente relaxe. Relaxar para ele significa ser desleixado. Tem a crença errônea de que se relaxar, irá ficar tão folgado que não conseguirá trabalhar com o mesmo afinco.

Se você se identificou com pelo menos 3 pontos dos acima citados, então veja algumas dicas para diminuir o crítico interno a aumentar a qualidade de vida no trabalho:

  1. Perdoe a si mesmo: o perfeccionista tem muita dificuldade para lidar com erros. Entretanto, errar é humano e, muitas vezes, o aprendizado vem dos erros. Perdoar a si mesmo é a principal virtude que deve ser desenvolvida pelo perfeccionista. Perdoar significa reconhecer que é humano e não deixar de amar a si próprio por isso. Nunca diga “que burro que eu fui” quando cometer algum erro. Ao invés disso, pergunte-se “Que lição posso tirar dessa experiência?”. Se não aprender a perdoar a si mesmo, jamais conseguirá perdoar os erros dos colegas, e jamais chegará trabalhar em equipe e, muito menos ser um bom líder.
  2. Planeje o trabalho com visão global, depois afunile: o perfeccionista não é prático, ele é detalhista. Por isso deve desenvolver a praticidade. Ao planejar, tenha clara sua meta final. Calcule quanto tempo tem para entregar o trabalho. Depois, divida em pequenas tarefas estabelecendo prazos para cada etapa. Cumpra cada etapa de forma geral e só depois olhe os detalhes.
  3. Aprenda a delegar: delegar não significa “largar” o trabalho para alguém. Ao delegar a responsabilidade sobre a tarefa continua sendo sua. Por isso, procure delegar tarefas mais operacionais porque são mais fáceis de supervisionar e ensinar. Discuta com seu colega a melhor forma de executar a tarefa e deixe claro até que ponto vai a autonomia. A delegação ajuda a desenvolver a confiança no outro e também a aceitação e valorização da ideia do outro.
  4. 4.    Tenha tempo para você: qualquer coisa em excesso é prejudicial. Não há como executar um bom trabalho se você se sente exausto e sobrecarregado de trabalho. Aprenda a relaxar e sentir prazer no que faz. O bom trabalho deve ser feito com alegria e não como se alguém estivesse apontando uma arma contra a sua cabeça. Trabalhar sob pressão não é positivo, ainda mais quando a pressão vem, principalmente, de você mesmo.

MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: http://www.meirykamia.com; contato: contato@meirykamia.com

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Você perde a motivação no trabalho com facilidade?

DesanimoTrabalho

Conheça aqui os inimigos da motivação e saiba como lidar com eles

Por Meiry Kamia

Motivação é um estado de espírito muito parecido com felicidade, prazer, alegria e satisfação. A falta de motivação, por outro lado, é caracterizada pelo desânimo, sensação de frustração ou de impotência. Se você se sente assim com relação ao seu trabalho, fique atento aos inimigos da motivação, você pode estar sendo vítima deles.

Inimigo 1 – FALTA DE CONSCIÊNCIA: motivação significa “motivo para a ação”. Se você não tem consciência do motivo pelo qual você executa seu trabalho dificilmente conseguirá manter-se motivado. Por exemplo, a motivação de um médico pode ser “salvar vidas”, a de um arquiteto pode ser “tornar a vida dos outros mais bonita e agradável por meio dos projetos”, etc. O trabalho que você realiza, mesmo que não seja o seu objetivo profissional final, deve fazer algum sentido para você. Por exemplo, pode ser que hoje você atue em uma área que não é a desejada, mas se você entender que as habilidade que está desenvolvendo no trabalho atual te ajudarão a desenvolver o trabalho dos seus sonhos futuramente, você encontrará motivos para realizá-lo com prazer. Pessoas motivadas possuem metas de vida claras e bem definidas, pensam nelas diariamente, alimentando seus sonhos e sua fé. Isso fortalece o subconsciente dando mais força psíquica para enfrentar os momentos de dificuldade.

E atenção! Costumo ouvir de algumas pessoas, que sua motivação para o trabalho é o salário. Não caia nessa armadilha. Dinheiro, segundo as pesquisas sobre motivação, está entre os mais baixos fatores de motivação. A motivação pelo dinheiro acaba assim que você recebe o seu salário.

Inimigo 2 – FOCO NOS PROBLEMAS: uma vez que você desvia a atenção dos seus sonhos, daquilo que te motiva, automaticamente, o seu foco recai sobre os problemas. É comum iniciarmos atividades novas bastante motivados (dieta, exercícios, trabalho novo, curso novo, etc), mas é difícil manter o entusiasmo até o final.

Se você fizer um comparativo entre seus pensamentos no início das atividades e depois de certo tempo, verá uma grande diferença. Por exemplo, lembre-se do dia em que recebeu a notícia do RH de sua empresa de que passara no processo seletivo. Lembre-se de sua alegria e pensamentos que se seguiram logo nos primeiros dias. Provavelmente, seus pensamentos giraram em torno de afirmações como “Como estou muito feliz por estar aqui! aprenderei bastante com os desafios”, ou “gostei muito das pessoas aqui, o clima é muito bom!”, ou “estou animado para começar a trabalhar e mostrar meu potencial”, etc.

Repare que após certo tempo, os pensamentos mudam para algo do tipo “não suporto esse cara do departamento ‘x’, vive fazendo piadinhas e comentários desagradáveis”, “não suporto ter que falar com ‘fulano’, ele é tão arrogante!”, ou “nossa, essa empresa tem tantos problemas que não tem solução…não sei o que estou fazendo aqui…”, “ô povo para fazer corpo mole nessa empresa! Se deixar, querem que eu faça tudo sozinho!”.

Perceba que os pensamentos foram de um extremo animado e motivado, focado na meta final, que era crescer profissionalmente, fazer o melhor trabalho, etc, para outro extremo em que o foco principal passou a ser “o cara chato e arrogante”, “os problemas da empresa”, “o pessoal que faz ‘corpo mole’”, etc. Nenhum ser humano trabalha para o pior. Trabalhamos apenas para o melhor para nós. Não há como ficar motivado para o trabalho, se você pensa que no ambiente de trabalho encontrará apenas coisas negativas. Quanto mais você pensa em seus sonhos, mais fortes eles se tornarão. A mesma coisa se dá com os problemas, quanto mais você pensa neles, mais fortes eles se tornarão. A questão é: você passa a acreditar naquilo que você pensa. A parte boa é que você pode escolher em quê pensar!

Inimigo 3 – O PAPEL DA VÍTIMA: ocorre quando a falta de motivação já se instalou. Um dos sintomas da vítima é a falta de auto-estima e, com ela, a falta de autoconfiança. A vítima se sente mais azarada do que outras pessoas, ou acha que há algo errado com ela. Sentem pena de si mesmas e pequenas frente aos problemas. Esse estado psicológico as faz colocar a culpa em outras pessoas por situações negativas de suas vidas. E se especializam em dar justificativas.

Para sair do estado negativo, é preciso mudar a forma de ver o mundo e a si mesmo. Comece resgatando a autoconfiança em si mesmo. A autoconfiança se dá na coerência entre o que se fala e faz. Comece com coisas simples, por exemplo, se você é tímido e deseja melhorar, estabeleça a meta de cumprimentar as pessoas do trabalho todos os dias, em bom som, mesmo que elas não correspondam. Faça isso por você. Depois, estabeleça outras metas simples e execute. Chegará o momento que você se sentirá mais confiante em estabelecer metas mais ousadas. Verá que resgatou a confiança em si mesmo, e que é uma pessoa que fala e faz!  Uma vez mais autoconfiante, poderá estabelecer metas motivadoras para o seu trabalho e lutar por sua felicidade!

MEIRY KAMIA – Palestrante, Psicóloga, Mestre em Administração de Empresas e Consultora Organizacional. Site: www.meirykamia.com; contatos: 11-2359-6553; contato@meirykamia.com

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AMURT AMURTEL é finalista no PROJETO GENEROSIDADE – EDITORA GLOBO

Associação Beneficiente de Amurt-Amurtel_Page_1Associação Beneficiente de Amurt-Amurtel_Page_2

Caros Amigos,

A Associação Beneficente de Amurt Amurtel com a Creche Ananda Marga Universo Infantil (Jd. Guarani), foi agraciado com reportagem da revista Crescer da Editora Globo.

A Editora Globo tem o Projeto Generosidade, onde premia varias ONG’s de todo Brasil, que para eles são projetos de Trabalhos Transformadores, na área da educação, saúde, moradia, etc.; utilizam suas doze revistas para promover estas ações.

De 400 projetos, nossa Creche foi selecionados entre os 10 finalistas.

Estamos muito orgulhosos em poder compartilhar com nossos amigos e colaboradores, porque tudo que conseguimos alcançar, é devido ao apoio de vocês.

Muito obrigado por deixar isto acontecer.

São Paulo, Maio/2013.

Didi Jaya

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